Cresce número de estações com bicicletas públicas em todo o mundo

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Somente neste ano, foram lançados 68 novos programas urbanos de compartilhamento de bicicletas para uso público. As bikes estão reformando o design das cidades, retirando carros dos centros e criando novas infraestruturas.

Nova York construiu 480 quilômetros de ciclovias. Na Dinamarca, os ciclistas têm sua própria rodovia, que liga Copenhague aos subúrbios. Paris serviu de modelo para Londres, Nova York e outras, com uma rede de 20.600 bicicletas a cada 300 metros.  sete anos a China inaugurou seu sistema de compartilhamento de bikes, e hoje já conta com 650 mil bicicletas à disposição para uso. Uma frota maior que a da França, que possui 47 mil. 

A ideia do compartilhamento de bicicletas é simples. Você recebe uma chave ou conjunto de códigos para destravar uma bicicleta de uma das muitas estações espalhadas pela cidade e, em geral, os primeiros 30 a 60 minutos são de graça. Após uma viagem, você estaciona na plataforma de tranca automática mais próxima do seu destino final. Normalmente é cobrada uma taxa por participar. Londres, por exemplo, cobra 90 libras esterlinas (US$ 150) por ano ou 2 libras por 24 horas, enquanto Buenos Aires não cobra nada. A maioria das cidades europeias e americanas depende da renda com patrocinadores e de taxas cobradas aos usuários. Em contraste, na China, o financiamento é totalmente público.

Compartilhamento de bicicletas ao redor do mundo

Nova York construiu 480 quilômetros de ciclovias. Na Dinamarca, os ciclistas têm sua própria rodovia, que liga Copenhague aos subúrbios. Paris serviu de modelo para Londres, Nova York e outras, com uma rede de 20.600 bicicletas a cada 300 metros. Há sete anos a China inaugurou seu sistema de compartilhamento de bikes, e hoje já conta com 650 mil bicicletas à disposição para uso. Uma frota maior que a da França, que possui 47 mil.

Enquanto isso, a sempre à frente Copenhague está testando a próxima geração de bicicletas: elas têm um motor elétrico na moda e um tablet com GPS. Com um preço de US$ 7.600 por unidade, o modelo não sairá barato para o contribuinte. Mas o  vice-prefeito Morten Kabell acredita que o dinheiro não deveria ser uma objeção: “Se você quiser que as pessoas desistam de carros, é preciso oferecer-lhes uma alternativa de qualidade”, disse ele.

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Imposto sobre bicicletas é maior que o dos carros no Brasil


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A elevada carga tributária incidente sobre a bicicleta é um dos principais entraves para o pleno desenvolvimento de uma cultura da bicicleta no Brasil. Isso se deve ao fato de 40,5% do preço das bicicletas corresponder a imposto, enquanto que nos carros esse valor é de 32%. Além disso, os mais afetados pela alta tributação são pessoas com renda familiar de até R$ 600, as quais representam 1/3 dos brasileiros que utilizam a bicicleta como meio de transporte.

Os dados foram revelados em 2013 por meio do estudo “Análise econômica do setor de bicicletas e suas regras tributárias” realizado pela consultoria Tendências para a Aliança Bike (Associação Brasileira do Setor de Bicicletas), que reúne 53 empresas do setor. “Com todos os benefícios da bicicleta me parece descabido este elevado grau de impostos. A população tem se conscientizado, algumas cidades estão criando infraestrutura de ciclovias e ciclofaixas, mas falta, ainda, a questão tributária” afirmou Marcelo Maciel, presidente da Aliança Bike.

Devido a este cenário, 40% da produção nacional de bicicletas permanece na informalidade e houve, nos últimos anos, uma diminuição na produção e no consumo de bicicletas no país. Atualmente, o Brasil é o 3º maior produtor de bicicletas no mundo, perdendo apenas para a China e a Índia. É o 5º maior consumidor de bicicletas, representando uma fatia de 4,4% do mercado internacional. No entanto, observando o consumo per capita de bicicletas, o país cai para a 22ª colocação, o que revela um mercado emergente e um potencial de crescimento enorme.

Everton Francatto, diretor comercial da Verden Bikes, fábrica que produz cerca de 40 mil bicicletas por ano no interior paulista, afirma que hoje o maior problema do setor é o preço. Ele lembra que uma bicicleta para o dia a dia no Brasil custa cerca de R$500, contra valores entre €80 e €120 na Alemanha. “A nossa maior preocupação é justamente nas bicicletas infantis, que custam cerca de R$ 300. Nessa faixa temos uma forte concorrência com o eletrônico. Hoje o sonho de Natal das crianças não é mais a bike, é um tablet, e isso gera problemas de saúde para esta geração”, afirma.

Se o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para bicicletas fosse extinto, o consumo formal de bicicletas cresceria 11%. Com mais bicicletas nas ruas, a médio e longo prazo teríamos: menos veículos motorizados, menos poluição, menos acidentes no trânsito e cidades mais humanas e agradáveis de se viver. Assine o abaixo-assinado que defende o IPI Zero para Bicicletas, clicando aqui.

Fontes: O Globo, Bicicleta para Todos e Exame.com

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Elevador ajuda ciclistas a superarem ladeira na Noruega

Em Trondheim, cidade da região central da Noruega, os ciclistas contam com uma pequena ajuda para enfrentar os 130 metros da ladeira Brubakken. O local é sede do Trampe, primeiro e único elevador de bicicletas do mundo, inventado por Jarle Wanvik em 1992.

Durante os 20 anos em que esteve em operação, o elevador ajudou mais de 200 mil ciclistas. Um detalhe interessante é que não apenas quem estava de bicicleta, mas também pessoas com patinetes e mães com carrinhos de bebê. Nenhum acidente foi registrado em toda sua história.

Em 2012, o maquinário foi trocado por um sistema mais moderno e eficiente, batizado de CycloCable. Com velocidade de até 1,5 metro por segundo, o elevador consegue levar 300 ciclistas por hora, sendo que o equipamento suporta até cinco pessoas ao mesmo tempo em diferentes bases. O uso é gratuito. A empresa responsável pela criação tem o intuito de levar o elevador para outras cidades do mundo.

Como funciona
Para usar o elevador, basta posicionar a bicicleta a 10 cm de distância ao lado do trilho. Deve-se permanecer montado, com o pé esquerdo no pedal e o direito na base do CycleCable/Trampe. O peso do corpo deve estar sobre o pé direito, ou seja, o que está sobre a plataforma do elevador. O ciclista recebe uma leve pressão de arranque quando o equipamento começa a funcionar. Durante a subida, deve-se permanecer de pé na bicicleta e as duas mãos no guidão. Para se sentir seguro e confortável, o ciclista deve inclinar o peso do seu corpo sobre o pé direito e manter a perna esticada para trás. Se há dificuldades, basta tirar o pé da plataforma e recomeçar.

Ao chegar à estação de saída, o ciclista precisa apenas retirar suavemente o pé da plataforma e continuar em movimento pedalando.

Veja abaixo vídeo do  criador do CycleCable/Trampe, Jarle Wanvik, explicando como o elevador funciona.

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Veg & Tal: um restaurante vegano e bike-friendly

1512702_686900958016390_482976177_nO Veg & Tal é o tipo de lugar que todo apreciador da boa mesa deveria conhecer. Como o nome sugere, ele é um restaurante vegano (não serve alimentos de origem animal), prioriza os produtos orgânicos e temperos naturais. E além de apresentar um menu criativo com opções deliciosas e nutritivas, o estabelecimento é bike-friendly.

O restaurante oferece serviço de delivery por bicicleta e mantém um bicicletário à disposição dos clientes, instalado e personalizado pela Cycle Darcy Bike Shop. A iniciativa surgiu como uma forma de incentivar a adoção de hábitos saudáveis e a consciência ambiental. Não é o máximo?

O mais bacana do Veg & Tal é que ele conseguiu desmistificar a ideia de que a comida vegetariana/vegana é sem graça e igual em todo lugar. É justamente por isso que mais de 90% do público não é vegano. São clientes conquistados pelo conjunto que o restaurante oferece: comida nutritiva, cardápio variado, atendimento humanizado e ambiente amplo e agradável. “Temos conhecimento de pessoas que viraram veganas após a primeira vinda ao restaurante, mas acreditamos que uma coisa levou a outra”, revelou-nos a colaboradora Geraldine Leão.

Está esperando o que para ir de bike até lá e conhecer as delícias do Veg & Tal? Nós somos suspeitos em dizer, mas temos certeza que você vai adorar.

Serviço:
- Endereço: Avenida Maurício Cardoso, nº 890, Novo Hamburgo/RS.
- Horário: de 2ª à 6ª das 11h às 14h e em sábados das 11h30 às 14h30.
- Reservas: (051) 3586-3116
- Valores: buffet à quilo por R$32,90/kg ou buffet livre por R$19,90.
- Encomendas: o restaurante aceita encomendas de congelados, como sopas, feijão, lentilha, lasanha, salgados e doces para festa.

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Ciclista brasileiro faz 740 km em 24 horas

O ciclista santista Claudio Clarindo conseguiu uma importante conquista este mês: um vice-campeonato nas “24 horas de Sebring”. A prova, que acontece na Flórida (Estados Unidos), valeu como abertura da Copa do Mundo de Ciclismo 24 Horas, realizada pela UMCA – entidade que detém o campeonato mundial de ultraciclismo.

A diferença de Clarindo para o vencedor do evento, o canadense Dallas Morris, foi de apenas 5,9 quilômetros. Ao todo, Clarindo pedalou 740,6 quilômetros, contra 746,5 quilômetros do canadense. “Foi uma grande vitória para mim”, disse o brasileiro, que é patrocinado pelas marcas Garmin, Shimano, Specialized, Volvo, Oakley e pela Prefeitura de Santos. “O Dallas é um dos maiores ciclistas do mundo, vencedor da Race Across West.”

Durante as 24 horas de pedal, Clarindo só fez uma parada de quatro minutos. Isso depois de já ter completado nove horas de pedal. Foi um bom início de ano para ele, que em 2014 pretende competir na Race Across America (RAAM), uma das provas mais disputadas do ultraciclismo mundial, pela quinta vez.

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Nova Iorque pelos olhos de um ciclista

O nova iorquino Tim Sklyarov é um designer gráfico e fotógrafo entusiasta, que optou pela bicicleta como meio de transporte. Tim é totalmente apaixonado pela cidade e contando com uma GoPro HD ele captura ângulos incríveis da Big Apple. E assim, ele iniciou um projeto fotográfico que mostra a cidade de uma maneira inusitada, através dos “olhos” de sua bicicleta.

Veja mais em: http://timsklyarov.com/

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Casal troca jantares românticos por bicicleta e emagrece quase 60 quilos

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Dizem que começar a namorar engorda. Mas, para Natália Cantieri e Renato Soares Franso, de Araçatuba/SP, o relacionamento mudou a vida deles. Em oito meses, os dois perderam quase 60 quilos e mudaram completamente sua rotina. Com o apoio mútuo, eles trocaram os programas regados a comida e festa por passeios de bicicleta e academia juntos.

O casal se conheceu na faculdade. De grandes amigos, tornaram-se namorados há quatro anos e agora noivos, com o casamento marcado para agosto deste ano. Até 2012, o programa favorito deles era sair para comer fora de casa, sorvete no fim de semana e muita comida. “Gastávamos horrores com comidas prontas e em fast food. Íamos a lanchonetes todos os dias e viramos duas ‘bolinhas’ com esses hábitos”, conta Franso. Com 1,59 metro de altura, Natália pesava 78 quilos quando resolveu emagrecer. A mãe foi quem deu o pontapé inicial. “Minha mãe, marcou consulta na nutricionista sem me avisar, eu briguei com ela e disse que não iria porque eu me sentia bem”, conta Natália.

A gerente financeira já havia tentado vários regimes, mas foi na nutrição ortomolecular que ela se encontrou. “Conversei bastante com a especialista e ela fez testes para saber minha intolerância alimentar, me passou uma dieta muito bacana – ortomolecular – e cheia de coisas que eu gostava. Eu precisava emagrecer 18 quilos para chegar ao meu peso ideal. Comecei uma mudança de pensamento e tracei um objetivo e estava disposta a conseguir por mais difícil que fosse”. Ela voltou a praticar tênis, andar de bicicleta e começou a amar a academia, que era a única coisa que ela não suportava. Depois de um ano de dieta, Natália emagreceu 25 quilos.

Ao ver os resultados da namorada aparecendo, Renato marcou também uma consulta e começou a emagrecer junto. “Ela foi a grande responsável para eu começar uma mudança na minha vida. Principalmente porque a pedi em casamento e quero estar bem para esta data. Antes não tinha ânimo para nada, nem para o futebol, que é o esporte que mais gosto, não chegava nem perto de um campo e não via a hora de comer”, conta Renato. Ele começou a andar de bicicleta todos os dias, depois de três semanas acrescentou a corrida todos os dias, duas horas de exercícios diários. Depois, entrou na natação e começou a jogar futebol com os amigos aos fins de semana. “Hoje, minha disposição é outra. Faço academia, natação, corrida e como corretamente. Este ano participei da São Silvestre, completei a prova com 1h25m e nunca mais irei esquecer essa data na minha vida. Foi uma grande conquista. Comecei a dieta em julho e perdi 30 quilos em cinco meses. De 112 quilos, hoje peso 82. Tenho 1,77 metro de altura”, conta Franso.

Com a dieta, os programas como casal mudaram. “Antes nosso hobby era sair pra comer juntos, hoje é andar de bicicleta, correr ou ir na academia juntos. Não queremos mais parar e vamos continuar um apoiando o outro sempre”, diz Renato.

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Escaladores exploram montanhas da Califórnia e usam bikes como meio de transporte

Foi no ano passado, durante uma viagem ao Chile, que a ficha caiu para Alex Honnold e Cedar Wright, dois famosos escaladores norte-americanos da atualidade: as expedições que costumavam fazer não eram, sob muitos aspectos, lá muito sustentáveis. Vários trechos de avião e longos rolês de carro sempre estavam nos planos para que alcançassem paredões rochosos e montanhas mundo afora, resultando em um significativo rastro de carbono. Como podiam, então, reclamar da falta de cuidado generalizada das pessoas com a natureza, se eles próprios estavam dando um mau exemplo?

Inspirados pelas belezas do vale chileno de Cochamó, considerado o “Yosemite da América do Sul” pela semelhança com o parque californiano, a dupla chegou à conclusão de que era hora de mudar de atitude e diminuir o impacto de suas viagens de escalada.

Após um bom dedo de prosa sobre o assunto, Alex sugeriu que eles se lançassem em uma aventura pela Califórnia para explorar as montanhas da região (foto acima). Só que, desta vez, o único meio de locomoção seria a bicicleta, o transporte terrestre mais limpo inventado até hoje. Entre junho e julho passados, os dois pedalaram por quase todo o território daquele Estado norte-americano, onde escalaram as 14 montanhas com mais de 4.000 metros de altitude que existem por lá.

E recentemente eles lançaram o vídeo abaixo, que em menos de três minutos mostra um pouco da jornada desta dupla de peso do esporte outdoor.

Fonte

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Rio de Janeiro é palco do Rocky Man 2013

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Nos próximos dias 8 e 9 de novembro, no Rio de Janeiro, 120 atletas divididos em equipes irão superar limites pelo prêmio de US$ 31 mil e o título de Rocky Man 2013.  Serão 20 times ao todo, sendo cinco internacionais, cada um formado por cinco atletas e um sexto elemento que exercerá a função de apoio.

Esta segunda edição do evento terá seis etapas individuais, que serão disputadas em revezamento, e duas coletivas no final. As provas do Rocky Man são: surf (individual), mountain bike (individual), corrida de montanha masculina (individual), corrida de montanha feminina (individual), stand-up paddle (individual), escalada (individual), canoagem polinésia (coletiva), corrida em equipe (coletiva).

“A expectativa pro Rocky Man 2013 não poderia ser melhor. No Rocky Man 2012, cumprimos o nosso objetivo de promover conjuntamente os esportes de natureza e a cidade do Rio de Janeiro, demonstrando – com a ajuda de alguns dos maiores atletas de cada modalidade do Brasil e do mundo – que poucas cidades do mundo têm este conjunto de características naturais tão favoráveis a prática dos esportes ao ar livre. E faremos o mesmo, de forma ainda mais ousada, no Rocky Man 2013 ”, diz Caco Alzugaray, publisher da Editora Rocky Mountain, organizadora do evento.

Mais informações em: http://rockyman2013.com.br

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Designer alemão cria bike que pode ser pedalada também com a mão

Com as pernas cansadas de fazer força durante os passeios de bike, o designer alemão Martin Kraiss criou uma bike que dá uma “mãozinha” na hora de subir piramba. Literalmente: a nova magrela pode ser movida tanto com os pés quanto com as mãos.

Duas manivelas instaladas junto do guidão fazem com que o típico movimento circular de pedalar possa ser realizado também pelas mãos. No mais, a Varibike – como é conhecida – se parece com qualquer outra bicicleta. É feita de alumínio e pesa 15 quilos. Ainda segundo o designer, o corpo do ciclista também agradece, já que chega a gastar 30% mais de energia.

Assista ao vídeo para ver a engenhoca.

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